Processo não documentado
Cada pessoa faz do seu jeito. Não há padrão claro de planejamento e controle.
O custo invisível da falta de padrão
Em muitas indústrias, o planejamento e controle de produção funciona — mas funciona porque uma ou duas pessoas específicas sabem "como as coisas são feitas aqui". Não existe um processo documentado, só conhecimento tácito. Isso é confortável até o dia em que essa pessoa fica de férias, muda de função ou sai da empresa, e a operação descobre que não tem um método, tem um herói.
Os sinais de que o processo não está documentado
Alguns sinais são fáceis de identificar: cada turno prioriza ordens de produção de um jeito diferente; a forma de tratar um atraso de matéria-prima muda dependendo de quem está de plantão; não existe um documento (nem simples) que explique os critérios de sequenciamento, os pontos de decisão ou os responsáveis por cada etapa do PCP. Quando isso acontece, a empresa não tem um processo — tem um conjunto de improvisos que, por sorte, tem dado certo até agora.
O caminho da padronização
Documentar processo de PCP não significa criar burocracia. Significa registrar, de forma simples e acessível, os critérios de decisão que hoje só existem na cabeça de quem já tem experiência — prioridade de sequenciamento, regras de troca de setup, critérios de alocação de capacidade, fluxo de tratamento de exceção. Esse é um dos primeiros passos da metodologia da Petrus: antes de qualquer tecnologia entrar em cena, mapeamos e formalizamos o processo real, para que o conhecimento deixe de estar na cabeça de uma pessoa e passe a estar na empresa.
Para mais informações, fale conosco
Outros sintomas que preparamos sua empresa para resolver