Dados espalhados e sem confiança
Informação de estoque, capacidade e prazos não bate entre setores.
O problema não é falta de dado, é excesso de versões
É raro uma indústria não ter dado nenhum sobre estoque, capacidade ou prazos. O problema mais comum é o oposto: existem dados demais, espalhados em planilhas, sistemas e anotações diferentes — e cada área confia na sua própria versão. O resultado é reunião de alinhamento que vira discussão sobre qual número está certo, em vez de discussão sobre o que fazer com o número.
De onde vem essa divergência
Normalmente a causa é estrutural: cada setor registra a informação no seu próprio ritmo e formato, sem um processo único de atualização. Estoque físico não bate com estoque de sistema porque o apontamento de consumo é feito no fim do turno, de memória. Capacidade disponível é calculada de forma diferente pelo PCP e pela produção. Prazo prometido ao cliente não considera o mesmo lead time usado no chão de fábrica. Cada área está certa dentro da própria lógica — só que as lógicas não conversam entre si.
Como se constrói uma fonte única de verdade
Resolver isso não é só implantar um sistema integrado — é antes definir, entre as áreas, um processo comum de apontamento, com responsáveis claros, frequência definida e regras compartilhadas de cálculo. Só depois disso a tecnologia consegue centralizar informação confiável. É essa a ordem que a Petrus segue: alinhar processo e responsabilidade entre setores antes de esperar que qualquer sistema entregue um número em que todo mundo confie.
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